
O prefeito Wilson Santos voltou a se reunir hoje (14-09) à tarde com a categoria médica da capital, em encontro na sede do Sindimed - Sindicato dos Médicos do Estado de Mato Grosso. Wilson está determinado a cessar com a greve deflagrada no Hospital e Pronto Socorro de Cuiabá. Participaram da reunião o presidente do Sindimed, Luiz Carlos Alvarenga, o secretário de Saúde Luiz Soares, procurador geral do Município, Ussiel Tavares, CRM e demais diretores do sindicato. A posição da Prefeitura em relação às reivindicações dos profissionais da saúde ficou de ser analisada em assembléia geral do Sindimed, convocada para a noite de hoje.
Wilson reafirmou a posição de atender tudo o que estiver ao alcance da administração municipal, mas pontuou que as atuais condições financeiras da Prefeitura não permitem aumento imediato de salários. Ele disponibilizou os números de todas as receitas do município para que o sindicato verifique a real situação de comprometimento dos recursos, “pois existe total transparência em todas as nossas ações”.
"Essa foi mais uma rodada de negociações. Na nossa concepção, creio que estamos próximos do entendimento final. Admitimos vários itens novos, e ficou decidido que será montada uma comissão para montar um Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos. Estabeleci um prazo de 90 dias para que o novo PCCV esteja pronto, com a participação da sociedade civil, dos médicos e da Prefeitura”, explicou o prefeito.
Santos tem convicção de que a categoria médica irá debater serenamente a grave situação que a greve impôs à população mais carente de Cuiabá, que depende dos serviços prestados pelo PSMC: "É aquele cidadão mais pobre, sem plano particular de saúde e nem condições de se deslocar daqui à procura de atendimento especializado em São Paulo. Enfim, só dispõe do SUS, do Pronto Socorro. Que esse sentimento também possa falar mais alto. Os salários dos médicos estão rigorosamente em dia. Na semana passada, foi quitado o mês de agosto. Dispomos de um ambiente muito bom para continuar o diálogo".
Na reunião, ele pediu aos médicos para que voltem ao trabalho. "Facilitaria as negociações. Agora, queremos que o Estado participe das negociações com a categoria médica em Cuiabá. Já faz isso em Várzea Grande. E o Estado precisa também ajudar Cuiabá a buscar um entendimento consensual com os profissionais da área de saúde".
Na avaliação do prefeito, aproximadamente 12 reivindicações (das 14 apresentadas pelos médicos) já foram atendidas. "Só não admito a saída do secretário Luiz Soares, que vai continuar. No meu secretariado, mando eu. Como não me intrometo na diretoria do Sindimed, eles não podem se intrometer nas minhas escolhas", argumentou Wilson.
Wilson reafirmou a posição de atender tudo o que estiver ao alcance da administração municipal, mas pontuou que as atuais condições financeiras da Prefeitura não permitem aumento imediato de salários. Ele disponibilizou os números de todas as receitas do município para que o sindicato verifique a real situação de comprometimento dos recursos, “pois existe total transparência em todas as nossas ações”.
"Essa foi mais uma rodada de negociações. Na nossa concepção, creio que estamos próximos do entendimento final. Admitimos vários itens novos, e ficou decidido que será montada uma comissão para montar um Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos. Estabeleci um prazo de 90 dias para que o novo PCCV esteja pronto, com a participação da sociedade civil, dos médicos e da Prefeitura”, explicou o prefeito.
Santos tem convicção de que a categoria médica irá debater serenamente a grave situação que a greve impôs à população mais carente de Cuiabá, que depende dos serviços prestados pelo PSMC: "É aquele cidadão mais pobre, sem plano particular de saúde e nem condições de se deslocar daqui à procura de atendimento especializado em São Paulo. Enfim, só dispõe do SUS, do Pronto Socorro. Que esse sentimento também possa falar mais alto. Os salários dos médicos estão rigorosamente em dia. Na semana passada, foi quitado o mês de agosto. Dispomos de um ambiente muito bom para continuar o diálogo".
Na reunião, ele pediu aos médicos para que voltem ao trabalho. "Facilitaria as negociações. Agora, queremos que o Estado participe das negociações com a categoria médica em Cuiabá. Já faz isso em Várzea Grande. E o Estado precisa também ajudar Cuiabá a buscar um entendimento consensual com os profissionais da área de saúde".
Na avaliação do prefeito, aproximadamente 12 reivindicações (das 14 apresentadas pelos médicos) já foram atendidas. "Só não admito a saída do secretário Luiz Soares, que vai continuar. No meu secretariado, mando eu. Como não me intrometo na diretoria do Sindimed, eles não podem se intrometer nas minhas escolhas", argumentou Wilson.



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