
comando nacional do Exército decidirá nesta sexta-feira se a corporação aceitará assumir a execução das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) em Cuiabá e Várzea Grande. O comandante do 9º Batalhão de Engenharia de Construção (9º BEC), tenente coronel Fernando Miranda do Carmo, encaminhou hoje ao comando superior, em Brasília, o pedido feito pelos prefeitos Wilson Santos (PSDB) e Murilo Domingos (PR).
Apesar de ter repassado a decisão para instância superior, dificilmente o Exército assumirá a execução das obras que estão paralisadas por determinação judicial após a Operação Pacenas, que detectou direcionamento nas licitações. Segundo o tenente coronel, a corporação poderia colaborar na fiscalização do programa destinando engenheiros, mestre de obras, dentre outros.
Fernando Miranda do Carmo detalhou que hoje o efetivo do 9 BEC está executando obras de pavimentação asfáltica BR-163 na divisa de Mato Grosso com o Pará. Ao todo, são 700 soldados e funcionários contratados nas obras.
"Basicamente seriam capitães, engenheiros e equipes de topografia que poderiam atuar neste ano", disse o tenente que neste ano o planejamento do Exército está definido.
Apesar de ter repassado a decisão para instância superior, dificilmente o Exército assumirá a execução das obras que estão paralisadas por determinação judicial após a Operação Pacenas, que detectou direcionamento nas licitações. Segundo o tenente coronel, a corporação poderia colaborar na fiscalização do programa destinando engenheiros, mestre de obras, dentre outros.
Fernando Miranda do Carmo detalhou que hoje o efetivo do 9 BEC está executando obras de pavimentação asfáltica BR-163 na divisa de Mato Grosso com o Pará. Ao todo, são 700 soldados e funcionários contratados nas obras.
"Basicamente seriam capitães, engenheiros e equipes de topografia que poderiam atuar neste ano", disse o tenente que neste ano o planejamento do Exército está definido.



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