
Uma das maiores monstruosidades praticadas contra uma criança foi descoberta na segunda-feira (27), em Várzea Grande. Uma bebê de um ano e 11 meses foi estuprada pelo padrasto e o caso foi acobertado pela mãe. As informações são do repórter Adilson Rosa, do jornal "Diário de Cuiabá".
A violência foi tão grande, que a criança teve a genitália rasgada. Na tentativa de que o crime não fosse descoberto, o padrasto queimou a vagina da menina com uma panela quente. Um dos pés também foi atingido e poderá ser amputado. Os pais foram presos ainda na segunda.
O bebê teve infecção generalizada, mas só foi socorrido 10dias depois, pelo avô paterno. Os órgãos genitais da menina estavam necrosados. O caso ocorreu há 31 dias e o bebê está internado no Pronto-socorro Municipal de Cuiabá, em estado grave, segundo apurou o jornal junto à Polícia Civil.
Na segunda à tarde, o padrasto do bebê, Marcondes Dias de Moura, 35, e mãe, Azenil Mira de Oliveira, 29, foram presos na localidade de Souza Lima, em Várzea Grande. Ele foi indiciado por estupro, atentado violento ao pudor e lesão corporal grave. E ela, por omissão.
De acordo com a delegada Daniela Maidel, da Delegacia da Defesa da Mulher de Várzea Grande, a denúncia do Conselho Tutelar da Criança chegou até a unidade na sexta-feira (24) à noite. Ela e a delegada Juliana Palhares, junto com uma equipe de policiais, estiveram no Pronto-socorro, onde conversaram com a médica responsável pelo tratamento da menina. A especialista confirmou a violência sexual.
"No sábado (25), solicitamos exame de corpo delito e o resultado comprovou o estupro. Então, fomos atrás do casal e a mãe do bebê confirmou tudo", acrescentou a delegada. O bebê foi salvo pelo avô paterno, dez dias após a abuso, ao estranhar o mau cheiro ao pegar a bebê no colo.
Já no Pronto-socorro, médicos descobriram que o bebê também estava sem se alimentar por mais de uma semana - nada foi encontrado no estômago ou no intestino. "Por pouco, ela não morreu de desnutrição", observou a delegada Juliana Palhares. AmputaçãoA violência foi tão grande que a panela quente provocou queimaduras de terceiro grau no pé direito do bebê, que ontem foi submetida à quarta cirurgia. A criança poderá ter o pé amputado. Em depoimento à delegada Juliana Palhares, a mãe da menina não só confirmou a violência, como declarou ter visto o marido estuprando a própria filha. O pai e agressor, por sua vez, negou o crime e alegou que a menina se queimou com uma panela quente, acidentalmente.
O casal teve a prisão preventiva decretada pela juíza Marilza Aparecida Vitório, da Vara Especializada Contra a Violência Doméstica da Comarca de Várzea Grande. A delegada Daniela Maidel alerta às mães que prestem atenção nas crianças quando existe alguma suspeita, pois o número de casos de abuso sexual é crescente na Grande Cuiabá. "As mães precisam ser mais zelosas e, na menor suspeita, conversar com as crianças. A omissão é também crime", alertou.
A violência foi tão grande, que a criança teve a genitália rasgada. Na tentativa de que o crime não fosse descoberto, o padrasto queimou a vagina da menina com uma panela quente. Um dos pés também foi atingido e poderá ser amputado. Os pais foram presos ainda na segunda.
O bebê teve infecção generalizada, mas só foi socorrido 10dias depois, pelo avô paterno. Os órgãos genitais da menina estavam necrosados. O caso ocorreu há 31 dias e o bebê está internado no Pronto-socorro Municipal de Cuiabá, em estado grave, segundo apurou o jornal junto à Polícia Civil.
Na segunda à tarde, o padrasto do bebê, Marcondes Dias de Moura, 35, e mãe, Azenil Mira de Oliveira, 29, foram presos na localidade de Souza Lima, em Várzea Grande. Ele foi indiciado por estupro, atentado violento ao pudor e lesão corporal grave. E ela, por omissão.
De acordo com a delegada Daniela Maidel, da Delegacia da Defesa da Mulher de Várzea Grande, a denúncia do Conselho Tutelar da Criança chegou até a unidade na sexta-feira (24) à noite. Ela e a delegada Juliana Palhares, junto com uma equipe de policiais, estiveram no Pronto-socorro, onde conversaram com a médica responsável pelo tratamento da menina. A especialista confirmou a violência sexual.
"No sábado (25), solicitamos exame de corpo delito e o resultado comprovou o estupro. Então, fomos atrás do casal e a mãe do bebê confirmou tudo", acrescentou a delegada. O bebê foi salvo pelo avô paterno, dez dias após a abuso, ao estranhar o mau cheiro ao pegar a bebê no colo.
Já no Pronto-socorro, médicos descobriram que o bebê também estava sem se alimentar por mais de uma semana - nada foi encontrado no estômago ou no intestino. "Por pouco, ela não morreu de desnutrição", observou a delegada Juliana Palhares. AmputaçãoA violência foi tão grande que a panela quente provocou queimaduras de terceiro grau no pé direito do bebê, que ontem foi submetida à quarta cirurgia. A criança poderá ter o pé amputado. Em depoimento à delegada Juliana Palhares, a mãe da menina não só confirmou a violência, como declarou ter visto o marido estuprando a própria filha. O pai e agressor, por sua vez, negou o crime e alegou que a menina se queimou com uma panela quente, acidentalmente.
O casal teve a prisão preventiva decretada pela juíza Marilza Aparecida Vitório, da Vara Especializada Contra a Violência Doméstica da Comarca de Várzea Grande. A delegada Daniela Maidel alerta às mães que prestem atenção nas crianças quando existe alguma suspeita, pois o número de casos de abuso sexual é crescente na Grande Cuiabá. "As mães precisam ser mais zelosas e, na menor suspeita, conversar com as crianças. A omissão é também crime", alertou.



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