
O vice-prefeito de Várzea Grande, Sebastião Gonçalves, o "Tião da Zaeli", assume nesta terça-feira o cargo pelo período de 60 dias em meio a primeira crise política da segunda gestão republicana. Na sessão ordinária desta segunda-feira à noite, vereadores do PR, DEM e PTC solicitaram a exoneração da secretária municipal de Meio Ambiente e Agricultura, Lucineide Pereira Lago.
Ela é noiva do presidente regional do PR, Moisés Sachetti, e foi nomeada pelo prefeito Murilo Domingos até com a ampliação dos recursos na pasta. A argumentação dos parlamentares é de que a nomeação de Lucineide Pereira Lago estaria descumprindo o artigo 38 da Lei Orgânica do Município.
Segundo a Constituição Municipal, qualquer secretário nomeado pelo prefeito deve residir, no mínimo, há seis meses na cidade antes de assumir o cargo. "Vamos enviar um requerimento a prefeitura solicitando o local da residência da secretária. Se ela não morar em nossa cidade, será demitida", defende o presidente do Legislativo várzea-grandense, vereador Wanderley Cerqueira (PR).
Numa atitude enérgica, a Câmara aprovou, por unanimidade, um requerimento cobrando do prefeito o local da residência da secretário. Além disto, ela terá que ir ao Legislativo apresentar os projetos que pretende desenvolver a frente da secretaria.
O Partido Verde, que tem dois vereadores no Legislativo, quer indicar o titular da pasta de Meio Ambiente e Agricultura. A legenda endossou as críticas a Lucineide Lago para no futuro conquistar o espaço.
Além das críticas pela residência, a secretária sofreu ataques dos vereadores Chico Curvo (DEM), Baiano Pereira (DEM) e Fábio Saad (PTC). Eles condenaram o fato de Lucineide Lago não ter comparecido a uma audiência pública na última quinta-feira para debater a situação das obras do parque ambiental Bernardo Berneck.
Orçado em R$ 2,5 milhões, a primeira etapa do parque será concluída até setmebro deste ano. As obras estão sendo executadas pelo governo Blairo Maggi (PR) através de emendas individuais do deputado estadual Maksuês Leite (PP).
Ela é noiva do presidente regional do PR, Moisés Sachetti, e foi nomeada pelo prefeito Murilo Domingos até com a ampliação dos recursos na pasta. A argumentação dos parlamentares é de que a nomeação de Lucineide Pereira Lago estaria descumprindo o artigo 38 da Lei Orgânica do Município.
Segundo a Constituição Municipal, qualquer secretário nomeado pelo prefeito deve residir, no mínimo, há seis meses na cidade antes de assumir o cargo. "Vamos enviar um requerimento a prefeitura solicitando o local da residência da secretária. Se ela não morar em nossa cidade, será demitida", defende o presidente do Legislativo várzea-grandense, vereador Wanderley Cerqueira (PR).
Numa atitude enérgica, a Câmara aprovou, por unanimidade, um requerimento cobrando do prefeito o local da residência da secretário. Além disto, ela terá que ir ao Legislativo apresentar os projetos que pretende desenvolver a frente da secretaria.
O Partido Verde, que tem dois vereadores no Legislativo, quer indicar o titular da pasta de Meio Ambiente e Agricultura. A legenda endossou as críticas a Lucineide Lago para no futuro conquistar o espaço.
Além das críticas pela residência, a secretária sofreu ataques dos vereadores Chico Curvo (DEM), Baiano Pereira (DEM) e Fábio Saad (PTC). Eles condenaram o fato de Lucineide Lago não ter comparecido a uma audiência pública na última quinta-feira para debater a situação das obras do parque ambiental Bernardo Berneck.
Orçado em R$ 2,5 milhões, a primeira etapa do parque será concluída até setmebro deste ano. As obras estão sendo executadas pelo governo Blairo Maggi (PR) através de emendas individuais do deputado estadual Maksuês Leite (PP).



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