
Gilson Nasser Da Redação
O promotor eleitoral, Marcos Machado (foto), negou, em entrevista a uma emissora de rádio, que a ação que o vereador Ralf Leite (PRTB) responde por compra de votos na Justiça Eleitoral seja fruto de perseguição ao pai do parlamentar, coronel Édson Leite. Segundo Machado, a estratégia de defesa do parlamentar é trocar de promotor no caso para ganhar tempo.
O promotor explicou que, enquanto era secretário de Saúde de Mato Grosso, esteve investigando denúncias de desconto irregular do salário de militares em favor da associação do Hospital Militar, à época presidido por Édson Leite. “Esse fato nada tem a ver com minha atuação como promotor. Meu trabalho como secretário ficou para trás”, afirmou. Ele ainda apontou que tem história no Ministério Público. “Estou no Ministério Público a 15 anos e não a 15 dias”.
Marcos Machado ainda disse que no dia da eleição flagrou o irmão do parlamentar, acompanhado de outras duas pessoas contabilizando a doação de tickets combustível. Em seguida, o promotor apreendeu a relação das pessoas que teriam sido beneficiadas no dia do pleito.
O promotor ainda afirmou que irá continuar com a ação contra Ralf Leite. “Existem elementos que garantem a continuidade do processo”, frisou. Ele ainda assinalou que foi dado o direito a ampla defesa do parlamentar.
Marcos machado ainda adiantou que os vereadores Ivan Evangelista (PPS), Leve Levi (PP) e Domingos Sávio (PMDB) estão sendo investigados por irregularidades nas eleições do ano passado. No entanto, ele citou que, por entrarem com a representação atrasada, não há risco deles perderem o mandato.
O promotor explicou que, enquanto era secretário de Saúde de Mato Grosso, esteve investigando denúncias de desconto irregular do salário de militares em favor da associação do Hospital Militar, à época presidido por Édson Leite. “Esse fato nada tem a ver com minha atuação como promotor. Meu trabalho como secretário ficou para trás”, afirmou. Ele ainda apontou que tem história no Ministério Público. “Estou no Ministério Público a 15 anos e não a 15 dias”.
Marcos Machado ainda disse que no dia da eleição flagrou o irmão do parlamentar, acompanhado de outras duas pessoas contabilizando a doação de tickets combustível. Em seguida, o promotor apreendeu a relação das pessoas que teriam sido beneficiadas no dia do pleito.
O promotor ainda afirmou que irá continuar com a ação contra Ralf Leite. “Existem elementos que garantem a continuidade do processo”, frisou. Ele ainda assinalou que foi dado o direito a ampla defesa do parlamentar.
Marcos machado ainda adiantou que os vereadores Ivan Evangelista (PPS), Leve Levi (PP) e Domingos Sávio (PMDB) estão sendo investigados por irregularidades nas eleições do ano passado. No entanto, ele citou que, por entrarem com a representação atrasada, não há risco deles perderem o mandato.



Nenhum comentário:
Postar um comentário