
Levando adiante o discurso da necessidade de diálogo com os partidos da base de apoio do governador Blairo Maggi, a Executiva estadual do Partido da República (PR) se reúne na segunda-feira (16) com o deputado federal e presidente do diretório estadual do PSB, Valtenir Pereira, para discutir a manutenção da aliança rumo às eleições de 2010. Outros membros da sigla socialista também deverão comparecer na reunião. O encontro será realizado às 8h30 na sede do diretório estadual do PSB e pretende analisar o cenário político atual além de viabilizar a montagem de um plano de governo que atenda aos anseios sociais dos mato-grossenses. "Nossa conversa seguirá a mesma pauta dos encontros que tivemos com PMDB e PT. Queremos discutir propostas e formalizar nosso interesse de dar continuidade às metas do governador Blairo Maggi", revela Emanuel Pinheiro, secretário-geral do PR. A cúpula republicana tem se movimentado também para dialogar com dirigentes partidários do DEM e PP. Apesar das lideranças destas siglas terem acenado de forma favorável, ainda não há confirmação das datas. Nas conversas que pretendem seguir com os partidos da base de apoio à gestão estadual, o PR defenderá seus representantes para cabeça de chapa. "Temos o nome do deputado estadual Sérgio Ricardo e do prefeito de Água Boa, Maurício Tonhá, mas não haverá imposição, já que reconhecemos a potencialidade dos pré-candidatos das outras siglas", disse. Com a experiência de ex-deputado estadual, Emanuel Pinheiro reforça ainda o discurso da ala republicana de que não vê dificuldades na possibilidade de apoiar um candidato de outra legenda desde que seja da base aliada. "Todos os partidos são responsáveis pelo crescimento de Mato Grosso e além de manter a governabilidade atual o PR deseja marchar unido", destaca. No diálogo com a cúpula do PSB também será levada a proposta da construção de um plano de governo para o segundo semestre deste ano com base no resultado de pesquisas e quantitativas e qualitativas. A pretensão é chegar ao primeiro semestre do próximo ano com metas construídas que possam ser ainda mais bem elaboradas futuramente por meio de audiências públicas com diversos segmentos sociais. "Primeiro queremos unir os partidos e montar novas metas para logo depois definir os nomes dos candidatos, será um processo cuidadoso que envolverá várias conversas", disse Pinheiro. Ele ainda destaca que, apesar da disposição dos partidos de apresentarem pré-candidatos, não há definição alguma, já que classifica essa fase de primária. "Respeitamos todos os nomes, mas a decisão será em conjunto e sabemos que o momento ainda é cedo para lançamento



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