
Senador acredita que a declaração do seu suplente de que não vê uma aliança entre o DEM e o PR na próxima eleição não é consenso
Senador Jayme Campos rechaça a avaliação do seu suplente, Luiz Antonio Pagot, sobre as futuras alianças partidáriasNOELMA OLIVEIRADa ReportagemUm novo embate entre o senador Jayme Campos (DEM) e o diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antonio Pagot (PR), se desenha neste período que antecede as discussões para formação de alianças para as eleições 2010. O democrata preferiu considerar que a declaração de Pagot, que não vê o DEM na mesma composição da sigla republicana, como um posicionamento isolado. “Eu acho que Pagot é uma voz isolada. Não conseguiu nem se firmar no partido, etc... e imagino que política não faz por exclusão”, retrucou o senador, ontem à tarde. O diretor do Dnit desistiu recentemente de disputar o governo do Estado sob alegação de que o órgão federal lhe exigia prioridade, neste momento. “Ele (Pagot) tem que fazer um cursinho de política. Ele está fora do Estado, imagino que ele não conseguiu se firmar nacionalmente”, acrescenta o democrata, que prefere achar que a declaração do republicano não representa um entendimento da maioria do seu partido. “Os democratas estão ligados umbilicalmente ao PSDB e as lideranças estão dizendo que o processo é sólido às eleições 2010 e tudo indica que em Mato Grosso também. Até porque José Serra (governador de São Paulo é pré-candidato à Presidência) é uma expectativa de poder e uma coisa que o Democratas sabe aproveitar é a expectativa de poder”, avaliou Pagot. “Qualquer análise sempre vê o DEM como o PSDB”, apontou Pagot em recente entrevista para o Diário. Jayme Campos disse ainda que o posicionamento de Pagot condiz com a sensação que sente no Estado. Mesmo no DEM, antigo PFL, o senador apoiou as duas eleições majoritárias do governador Blairo Maggi (PR), que no pleito do próximo ano está se preparando para disputar o Senado. Embora, nas duas eleições, o PFL do senador Jayme Campos tenha apoiado as candidaturas tucanas respectivas à Presidência da República. O democrata reconhece que, hoje, no cenário nacional o seu partido, o PSDB e o PPS caminham juntamente, numa oposição ao presidente Lula, enquanto o PR é da base de sustentação e aposta na eventual candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef. “Apesar de estarmos juntos, nunca se fechou a porta para ninguém. Política não se faz desta maneira, com arrogância, chutando todo mundo. Olha o tamanho do DEM em Mato Grosso?”, questionou Jayme Campos. Para ele, a opinião de Pagot é pessoal. “Um pouco equivocado ninguém está se oferecendo para fazer alianças e sim conversando”, salientou o democrata. Esta não foi a primeira divergência pública entre os dois por conta de questões política de Mato Grosso, embora Pagot seja o primeiro suplente do senador Jayme. O DEM integra a base do governo desde a primeira gestão Blairo Maggi. A bancada do democratas na Assembleia Legislativa iniciou há uma semana uma aproximação da senador com o governador. Jayme reclama que Blairo Maggi tem preterido o DEM.
Senador Jayme Campos rechaça a avaliação do seu suplente, Luiz Antonio Pagot, sobre as futuras alianças partidáriasNOELMA OLIVEIRADa ReportagemUm novo embate entre o senador Jayme Campos (DEM) e o diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antonio Pagot (PR), se desenha neste período que antecede as discussões para formação de alianças para as eleições 2010. O democrata preferiu considerar que a declaração de Pagot, que não vê o DEM na mesma composição da sigla republicana, como um posicionamento isolado. “Eu acho que Pagot é uma voz isolada. Não conseguiu nem se firmar no partido, etc... e imagino que política não faz por exclusão”, retrucou o senador, ontem à tarde. O diretor do Dnit desistiu recentemente de disputar o governo do Estado sob alegação de que o órgão federal lhe exigia prioridade, neste momento. “Ele (Pagot) tem que fazer um cursinho de política. Ele está fora do Estado, imagino que ele não conseguiu se firmar nacionalmente”, acrescenta o democrata, que prefere achar que a declaração do republicano não representa um entendimento da maioria do seu partido. “Os democratas estão ligados umbilicalmente ao PSDB e as lideranças estão dizendo que o processo é sólido às eleições 2010 e tudo indica que em Mato Grosso também. Até porque José Serra (governador de São Paulo é pré-candidato à Presidência) é uma expectativa de poder e uma coisa que o Democratas sabe aproveitar é a expectativa de poder”, avaliou Pagot. “Qualquer análise sempre vê o DEM como o PSDB”, apontou Pagot em recente entrevista para o Diário. Jayme Campos disse ainda que o posicionamento de Pagot condiz com a sensação que sente no Estado. Mesmo no DEM, antigo PFL, o senador apoiou as duas eleições majoritárias do governador Blairo Maggi (PR), que no pleito do próximo ano está se preparando para disputar o Senado. Embora, nas duas eleições, o PFL do senador Jayme Campos tenha apoiado as candidaturas tucanas respectivas à Presidência da República. O democrata reconhece que, hoje, no cenário nacional o seu partido, o PSDB e o PPS caminham juntamente, numa oposição ao presidente Lula, enquanto o PR é da base de sustentação e aposta na eventual candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef. “Apesar de estarmos juntos, nunca se fechou a porta para ninguém. Política não se faz desta maneira, com arrogância, chutando todo mundo. Olha o tamanho do DEM em Mato Grosso?”, questionou Jayme Campos. Para ele, a opinião de Pagot é pessoal. “Um pouco equivocado ninguém está se oferecendo para fazer alianças e sim conversando”, salientou o democrata. Esta não foi a primeira divergência pública entre os dois por conta de questões política de Mato Grosso, embora Pagot seja o primeiro suplente do senador Jayme. O DEM integra a base do governo desde a primeira gestão Blairo Maggi. A bancada do democratas na Assembleia Legislativa iniciou há uma semana uma aproximação da senador com o governador. Jayme reclama que Blairo Maggi tem preterido o DEM.



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